Primeiro foguete capaz de sair da atmosfera
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Foguete
A origem do foguete é oriental, já que a primeira noticia de seu uso é do ano de 1232, na China.
Existem relatos do uso de foguetes chamados "flechas de fogo voadoras" no século XIII, na defesa da capital da província chinesa de Henan.
Foram introduzidos na Europa pelo Árabes. Durante os séculos XV e XVI foi utilizado como arma incendiária. Posteriormente, com o aprimoramento da artilharia, o foguete bélico desapareceu até ao século XIX, e foi utilizado novamente durante as Guerras Napoleônicas.
A origem do foguete é oriental, já que a primeira noticia de seu uso é do ano de 1232, na China.
Existem relatos do uso de foguetes chamados "flechas de fogo voadoras" no século XIII, na defesa da capital da província chinesa de Henan.
Foram introduzidos na Europa pelo Árabes. Durante os séculos XV e XVI foi utilizado como arma incendiária. Posteriormente, com o aprimoramento da artilharia, o foguete bélico desapareceu até ao século XIX, e foi utilizado novamente durante as Guerras Napoleônicas.
Nos finais do século XIX e princípios do século XX, apareceram os primeiros cientistas que viram o foguete como um sistema para propulsionarveículos aeroespaciais tripulados. Entre eles destacam-se o russo Konstantin Tsiolkovsky, o alemão Hermann Oberth e o estadunidense Robert Hutchings Goddard, e, mais tarde os russos Sergei Korolev e Valentin Gruchensko e o alemão Wernher von Braun.
Os foguetes construídos por Goddard, embora pequenos, já tinham todos os princípios dos modernos foguetes, como orientação por giroscópios, por exemplo.
Os alemães desenvolveram durante a Segunda Guerra Mundial os foguetes V-1 e V-2, que foram a base para as pesquisas sobre foguetes dos EUA e da URSS no pós-guerra.
Outros países que construíram foguetes, num programa espacial próprio, são a França, o Reino Unido (que o abandonou), e ainda China, Japão, Índia e o Brasil assim como o consórcio europeu que constituiu a Agência Espacial Européia (ESA) que construiu e lançou o foguete Ariane.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Exercícios da Apostila - Página 47 - exercício 8
8) (PUC-Minas) No diagrama mostrado a seguir, x e y representam dois líquidos não-miscíveis e homogêneos, contidos num sistema de vasos comunicantes em equilíbrio hidrostático.
- corresponde a pressão hidrostática;
- é a densidade do liquido;
- é a aceleração da gravidade;
- a profundidade na qual o líquido se encontra;
- pressão atmosférica;
8) (PUC-Minas) No diagrama mostrado a seguir, x e y representam dois líquidos não-miscíveis e homogêneos, contidos num sistema de vasos comunicantes em equilíbrio hidrostático.
Assinale o valor que mais se aproxima da razão entre as densidades do líquido y em relação ao líquido x.
a) 0,80 b) 0,90 c) 1,25 d) 2,5
Resolução:
Considere dois pontos a partir da diferença entre os dois líquidos. Eles devem estar na mesma pressão, pois ainda estão no mesmo líquido e na mesma altura. Pelo Teorema de Stevin:
- corresponde a pressão hidrostática;
- é a densidade do liquido;
- é a aceleração da gravidade;
- a profundidade na qual o líquido se encontra;
- pressão atmosférica;
Pagina 48 - exercício 4
Os ramos de uma prensa hidráulica têm áreas iguais a A1 = 20cm² e A2 = 50cm². É exercida sobre o êmbolo menor uma força F1 = 10N.
a) Qual a força transmitida para o êmbolo maior?
b) A que altura se eleva o êmbolo maior, se o menor desde 0,6m?
Resolução:
Os ramos de uma prensa hidráulica têm áreas iguais a A1 = 20cm² e A2 = 50cm². É exercida sobre o êmbolo menor uma força F1 = 10N.
a) Qual a força transmitida para o êmbolo maior?
b) A que altura se eleva o êmbolo maior, se o menor desde 0,6m?
Resolução:
Os dois ramos sofrem a
mesma pressão.
a) Primeiro calculamos a pressão exercida na area da F1:
a) Primeiro calculamos a pressão exercida na area da F1:
P = F / S
P = 10 / 20 = 0,5 N/cm²
P = 10 / 20 = 0,5 N/cm²
Calcular a força no êmbolo maior:
P = F2 / A2
0,5 = F2 / 50
F2 = 25 N
0,5 = F2 / 50
F2 = 25 N
b) Quanto a
altura, é preciso descobrir o volume de oleo deslocado no êmbolo menor:
V = A1 X h1
V = 20 X (0,6 X 100) = 1200 cm³
V = 20 X (0,6 X 100) = 1200 cm³
Usando o volume podemos
calcular a altura do êmbolo A2
V = 50 X h2
1200 = 50 X h2
h2 = 0,24 m
V = 50 X h2
1200 = 50 X h2
h2 = 0,24 m
Assinar:
Postagens (Atom)



